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Artigo da coordenadora da Comissão de Ensino e Formação do CAU/SC sobre EaD

Gabriela Morais reafirma decisão do CAU/BR em recusar registros para alunos egressos do ensino à distância

Comunicação CAU/SC

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil nasceu em 2012 com o intuito de dar maior autonomia e representatividade para a profissão. Como autarquia federal, possui a função de “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”, segundo estabelece o parágrafo 1º do Art. 24 da Lei 12.378/2010, que criou o conselho e regulamentou o exercício da profissão.

Uma das prerrogativas do CAU/SC, como exposto por nossa presidente, Daniela Sarmento, é a de se empenhar na consolidação do reconhecimento do profissional da arquitetura e urbanismo como agente estratégico a serviço da transformação do espaço urbano em suas diferentes escalas e dimensões.

A Comissão de Ensino e Formação de Santa Catarina – CEF/SC, consonante à função principal deste Conselho e ainda à missão de fomentar e fortalecer a arquitetura e urbanismo, posiciona-se contrariamente à oferta de cursos de graduação na modalidade Educação à Distância (EAD) e manifesta sua preocupação em relação à tal prática.

Estando de acordo com a deliberação do CAU/BR em negar o registro profissional de bacharéis formados em cursos EaD, buscamos esclarecer o posicionamento dessa comissão.

Consideramos o EaD uma estratégia para ampliar o acesso à Educação Formal e ainda promover maior inclusão da população distante dos grandes centros ou ainda com recursos financeiros limitados, o que dificulta o acesso às Universidades. Enxergamos o avanço dessa modalidade como algo positivo quando representa, de fato, melhoria na qualidade de vida da população através da promoção de ensino de qualidade e que respeite as particularidades de cada área.

Em relação ao ensino da Arquitetura e Urbanismo, por diversas vezes o CAU/BR manifestou-se contrário a inúmeros processos de autorização, reconhecimento e renovação dos cursos no país, sem que houvesse tido qualquer planejamento a respeito de sua distribuição territorial, de acordo com demandas reais desse profissional. Tais manifestações têm sido repetidamente ignoradas.

No tocante à Arquitetura e Urbanismo, prezamos por condições adequadas para um ensino de qualidade. Tais condições passam por diretrizes como relação entre número de aluno/professor para atividades de ateliê – próprias das atividades de ensino de projeto e até mesmo da profissão –, atividades de laboratórios e de campo, mas principalmente pela construção colaborativa e experimental do conhecimento. Essa última é possível quando há a vivência, a troca, a participação em conjunto, as visitas às obras, a prática do canteiro. Essas não são questões postas como desejos dessa Comissão, mas sim elementos a serem inseridos nos cursos, expressas nas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo.

Não foi apresentada, até o momento, maneira adequada de propiciar tal experiência – fundamental para a formação do profissional arquiteto e urbanista – para os alunos do EaD.

A profissão exige a articulação de conhecimentos distintos na proposta de projetos ambientalmente adequados, economicamente viáveis, socialmente justos e culturalmente aceitos. Por isso somos da área das Ciências Sociais Aplicadas. Exige a prática do argumento e da construção coletiva quando temos o papel de gerenciar projetos – de seu desenvolvimento até sua implantação e gestão -, compatibilizando a concepção do espaço com a solução estrutural, a eficiência energética, a automação e tantas outras facetas propostas à obra arquitetônica e urbana final. Tal prática exige o poder de argumentação, aprendido e praticado no convívio. Assim reiteramos: até o momento não foi apresentada forma adequada para desenvolver tais habilidades à distância.

Consideramos imprescindível a conversação e troca professor/aluno e aluno/aluno no ambiente de ensino/aprendizagem e suas atividades práticas de ateliê, para a formação de profissionais preparados para o enfrentamento de problemas reais e cada vez maiores de nossas cidades. O sucateamento do Ensino Superior Brasileiro só agiganta essa necessidade e nos obriga a considerar o ensino presencial como única alternativa.

O EaD como ferramenta complementar à formação presencial é singular ao propiciar contato com profissionais reconhecidamente relevantes em suas áreas, e ainda conteúdos produzidos em outras instituições e até mesmo em outros países. Por isso estão previstas em normativas como a 9057, de 25 maio de 2017, e as Portarias Normativas do MEC nº 2, de 10 de janeiro de 2007, e nº 1134, de 10 de outubro de 2016. É desejado o uso de novas tecnologias e métodos de ensino quando efetivamente representam avanços na formação, o que não é o caso posto em questão.

Assim, expomos aos membros de nossa categoria e, sobretudo, à sociedade que não concordamos e nos colocamos totalmente contrários ao Ensino à Distância enquanto modalidade de ensino da Arquitetura e Urbanismo, por não reconhecermos nesta os meios necessários para formação de profissionais hábeis para o desenvolvimento de atividades tão complexas.

A ação é conjunta aos demais conselhos federais e busca garantir que o profissional arquiteto e urbanista brasileiro continue a colaborar com a construção de melhores cidades e uma melhor qualidade de vida dos cidadãos.

Seguimos em nossas ações para a melhoria do ensino de Arquitetura e Urbanismo em Santa Catarina e buscando contribuir para reverberar em todo o território brasileiro.

Gabriela Morais é Arquiteta e Urbanista e coordenadora da Comissão de Ensino e Formação do CAU/SC


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UNOPS e ONU Mulheres lançam campanha sobre infraestrutura para igualdade de gênero

Comunicação CAU/SC

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a ONU Mulheres no Brasil lançaram no dia 26 de março a campanha digital “Mulheres na Infra, Infra para Mulheres”, nas plataformas Facebook, LinkedIn e Instagram. O objetivo da ação é chamar a atenção para a atuação de mulheres profissionais na área de infraestrutura e informar sobre como o investimento nessa área pode contribuir para promover a igualdade de gênero.

De acordo com as duas organizações do Sistema das Nações Unidas, a campanha tem duração prevista de um ano, com posts publicados semanalmente. Serão postadas fotos de mulheres que atuam na área de infraestrutura e informações sobre sua trajetória profissional. O objetivo é contribuir para que mais mulheres percebam as possibilidades de atuação nessa área.

De acordo com a representante do UNOPS no Brasil, Claudia Valenzuela, a maioria dos cargos técnicos nas áreas de engenharia e arquitetura do UNOPS no país são ocupados por mulheres. Porém, ela lembra que, nas universidades, as mulheres representam menos de 28% do total de alunos matriculados nas engenharias (de produção, civil e industrial) e em tecnologia, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

“Queremos que mais mulheres percebam que a área de infraestrutura também é para elas, por isso, criamos a campanha em parceria com a ONU Mulheres”, afirma a representante.

Claudia explica ainda que uma das metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 – Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas – é aumentar o uso de tecnologias para promover o empoderamento das mulheres. “Esta campanha contribui exatamente para isso, empoderando mulheres para que busquem mais trabalhos na área de infraestrutura”, finaliza ela.

Além disso, a campanha também tratará da infraestrutura para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, contribuindo para que se circulem mais informações sobre o tema.

“Investimentos em infraestrutura que levem em consideração as necessidades e as vidas das mulheres podem ter um impacto positivo na autonomia das mulheres e na promoção da igualdade de gênero”, diz a representante interina de ONU Mulheres no Brasil, Ana Carolina Querino.

“Uma infraestrutura pensada para a igualdade de gênero é fundamental para o alcance dos objetivos de desenvolvimento sustentável relacionados à igualdade de gênero, erradicação da pobreza, saúde e bem estar, redução das desigualdades, trabalho decente e adaptação à mudança climática”, explica a representante de ONU Mulheres no Brasil.

A sociedade civil também está convidada para se somar à campanha. Mulheres podem participar postando sua foto e sua história profissional, com a #mulheresnainfra. Também é possível entrar no debate sobre infraestrutura para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres utilizando #infraparamulheres com informações sobre este tema.

Fonte: ONU


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Urban Sketchers retrata as ruas de Florianópolis

Comunicação CAU/SC

36° Encontro do Urban Sketchers Florianópolis

Pelas ruas da cidade, um grupo de apaixonados pelo desenho carrega seus cadernos, pincéis e aquarelas para ilustrar o que lhe chama atenção. Pode ser um prédio antigo, um quadro, um poste de luz. A beleza está em qualquer lugar, e o Urban Sketchers pode provar.

Os desenhos podem ser feitos com tintas e pincéis, ou simplesmente com lápis. | Foto: Sofia Dietmann
Os desenhos podem ser feitos com tintas e pincéis, ou simplesmente com lápis. | Foto: Sofia Dietmann

O Urban Sketchers é um movimento que nasceu em 2007 em Seattle (EUA) a partir da iniciativa do jornalista e ilustrador espanhol Gabriel Campanario. Ele criou uma comunidade online para compartilhar desenhos de rua. Hoje, os grupos estão espalhados em 240 cidades pelo mundo, sendo o Brasil o terceiro país com maior número de grupos oficiais.

Osmar Yang pintando com aquarela. | Foto: Sofia Dietmann

Em Florianópolis, o grupo está organizado desde 2016 e se reúne quinzenalmente com o objetivo de registrar um novo lugar, sob uma nova perspectiva, momentânea e respeitando a expressão individual.

Cada edição, totalmente gratuita e aberta, recebe novos e velhos conhecidos. Audrey dos Santos, advogada, frequenta os encontros há poucos mais de um ano e leva sua sobrinha Valentina, de 10 anos, que também adora desenhar: “O que mais me encanta nos encontros do USK é o contato com pessoas que têm os mesmos objetivos e ideais. Conheci vários artistas e isso é muito enriquecedor. Além disso, passamos a ter um novo olhar para a cidade, tanto no que diz respeito ao patrimônio histórico, como a integração das pessoas nesses ambientes”, observa Audrey.

Ivan Jerônimo, um dos organizadores do Urban Sketchers Florianópolis, ressalta que todos são bem vindos, seja qual for a familiaridade com desenho de observação: “No começo, os participantes ficam meio receosos, mas logo percebem que o que realmente conta é a experiência de se concentrar e desenhar na rua”. Os encontros são todos organizados pelo grupo público no Facebook. Cada edição recebe um evento online, onde é possível acompanhar os preparativos de cada um, com suas canetas, pincéis ou tablets.

Os desenhos chamaram a atenção do CAU/SC, que conheceu o trabalho via mídias sociais. A ideia de refletir, através de desenhos, sobre os espaços que frequentamos, despertou uma parceria entre o CAU/SC e o Urban Sketchers, que passará a utilizar esses desenhos em algumas publicações do Conselho, como uma forma de valorizar tanto o conteúdo produzido pelos membros do grupo, quanto a arquitetura catarinense.

Por que não utilizar a tecnologia para criar belos desenhos? | Foto: Sofia Dietmann
Desenho de Jony Coelho durante em encontro do Urban Sketchers | Foto: Sofia Dietmann

Comunicação CAU/SC

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) publicaram manuais que visam normatizar técnicas e materiais empregados no planejamento e construção de hospitais universitários federais. A intenção é oferecer informações que contribuam para a redução do consumo de energia e de água, diminuindo, consequentemente, o impacto ambiental das edificações.

As diretrizes estabelecidas nos manuais têm como objetivo garantir o bem-estar das pessoas que usam esse espaço, aprimorando a operação e a manutenção dos sistemas de infraestrutura. Elas são guiadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, em especial o ODS número 4: Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade.

Os manuais são resultado de uma cooperação entre o UNOPS e a EBSERH. O UNOPS é um organismo operacional das Nações Unidas, que fornece soluções nas áreas de assistência humanitária, desenvolvimento, paz e segurança. A EBSERH atua na gestão de hospitais universitários federais, aperfeiçoando os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e promovendo o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.

São, ao todo, dois manuais: O Manual de Revestimento, que auxilia no processo de seleção e especificação de materiais de revestimentos, fornecendo informações básicas sobre os principais materiais utilizados no revestimento de paredes, pisos, tetos e forros; e o Manual de Sustentabilidade, que representa um passo inicial na identificação de soluções viáveis e compatíveis com o objetivo de gerar edificações mais sustentáveis.

Atualmente, os conceitos dos manuais já estão sendo aplicados em projetos-piloto de sete hospitais universitários federais e, apesar de serem destinados para hospitais universitários federais, também podem ser empregados como referência por outros hospitais e escritórios de arquitetura.

Clique aqui para fazer o download dos manuais.


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Colab e ONU-Habitat apresentam pesquisa “Cidades Sustentáveis”

Comunicação CAU/SC

Caminhando em direção a um mundo mais igual e sustentável, o Colab, em parceria com a ONU – Habitat, realizou uma consulta popular durante quatro meses, convidando a população a dar a sua opinião quanto às condições das cidades em que habitam. O resultado da pesquisa será apresentado através de um evento on-line no dia 26 de fevereiro, às 10 horas.

O Colab é uma rede social voltada para a cidadania que permite ao cidadão fiscalizar e avaliar diversos pontos da cidade. A ONU-Habitat é o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos e se dedicada à promoção de cidades mais sociais e ambientalmente sustentáveis. A parceria surgiu devido aos índices positivos obtidos pela Colab que, através de sua metodologia e tecnologia, aumentou significativamente o atendimento das prefeituras às demandas da população.

A consulta obteve quase 10 mil respostas e é uma tentativa de avaliar o desempenho das prefeituras com relação aos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU.

Para assistir à apresentação do resultado da consulta pública, é necessário se inscrever neste link.  A página também oferece acesso ao relatório completo da pesquisa.


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Manual gratuito de hortas urbanas é disponibilizado pelo Instituto Pólis

Comunicação CAU/SC

Arte da capa da cartilha, disponível para download

Publicação elaborada para o projeto Moradia urbana com tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Instituto Pólis, a cartilha Hortas Urbanas visa melhorar a alimentação das pessoas envolvidas na Tecnologia Social Hortas Urbanas, beneficiando o ambiente como um todo e favorecendo a relação da comunidade com o bairro e o seu entorno por meio do cultivo ecológico de alimentos e ervas medicinais em hortas, jardins, canteiros suspensos e outras possibilidades a depender da realidade local.

O manual é composto por três partes que envolvem a preparação da horta, o cultivo das hortaliças e, finalmente, o modo de preparar os vegetais a partir de algumas receitas.

A cartilha está disponível para download na página do Instituto Pólis, neste link.

Fonte: Archdaily

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Seminário “O Direito à Moradia e a Cidade”: dias 26 e 27, em Blumenau

Comunicação CAU/SC

Arquitetura e Urbanismo para as pessoas! O evento tem início nessa próxima quinta feira, dia 26. A programação completa você confere aqui:

 

Programação do Seminário ‘O Direito à moradia e a Cidade’

 

Quinta-feira, 26 de abril de 2018

TÍTULO: A MORADIA E O DIREITO À CIDADE

 

 

18:30 Inscrição

19:00 Abertura

 

19:15 Palestras:

 

Plano estratégico de Implementação da Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social

 

Arq. Claudia Poletto – Coordenadora Comissão Especial de Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social – CATHIS do CAU/SC

Arq. Karla Moroso – Arquitetura Humana (escritório contratado pelo CAU a elaboração do plano)
Fórum Sul de Reforma Urbana

 

Mecanismos de transferência de Recursos entre os entes Federados para viabilização do programa Cartão Reforma – Perspectiva para os municípios de estado de SC

Amarildo Luiz Gaio – Secretário Executivo de Habitação e Regularização Fundiária da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação Governo de Santa Catarina

 

A importância da mobilização social para promover o direito à moradia

Ezequiel Morais – Movimento Nacional de Luta pela Moradia e Fórum Sul de Reforma Urbana

 

Mecanismos e possibilidades de viabilização da ATHIS

Arq. Lino Peres – Arquiteto, ex-professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC e Vereador de Florianópolis/SC

Arq. João Gallardo – Arquiteto e Presidente do IAB/SC

 

20:45 Debate Aberto

22:00 Encerramento

 

Sexta-feira, 27 de abril de 2018

TÍTULO: PLANEJAMENTO URBANO, MERCADO E DIREITOS COLETIVOS

 

8:00 Exposição e debate

A conformação do território a partir da abordagem da relação entre processos sociais, políticas públicas e funcionamento dos mercados fundiários.

Arq. Eduardo Reese

Subsecretário de Políticas Socioeconômicas do Ministério de Desenvolvimento Humano do governo da Província de Buenos Aires. Docente do Ateliê de Desenvolvimento Territorial da licenciatura em Urbanismo na Universidade Nacional de General Sarmiento (UNGS – Argentina)

 

9:30 Intervalo

 

10:00

Oficina/reunião de articulação entre entidades e movimentos sociais, e encaminhamentos.

Arq. Eduardo Reese – Subsecretário de Políticas Socioeconômicas do Ministério de Desenvolvimento Humano do governo da Província de Buenos Aires. Docente do Ateliê de Desenvolvimento Territorial da licenciatura em Urbanismo na Universidade Nacional de General Sarmiento (UNGS – Argentina)

 

11:30

Oficina/reunião de articulação entre entidades e movimentos sociais, e encaminhamentos.

Arq. Karla Moroso

Arquitetura Humana (escritório contratado pelo CAU a elaboração do plano)
Fórum Sul de Reforma Urbana

 

13:00 Encerramento

 

 

 


Comunicação CAU/SC

A equipe da Gerência Técnica, responsável pelo atendimento do CAU/SC, Separou 13 sugestões para você seguir focado e ainda mais motivado na profissão de arquitetura e urbanismo. Respire e inspire-se!

1. Atuar com Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social;

2. Constituir empresa para projetar e executar obras do governo;

3. Prestar concurso público para assumir cargos de Arquiteto e Urbanista;

4. Realizar avaliações de imóveis para bancos;

5. Elaborar planos de investimento para demonstrar a viabilidade de empreendimentos;

6. Exercer responsabilidade técnica por fábrica de produção de artefatos de cimentos para construção civil;

7. Projetar e montar estruturas para feiras, shows e eventos;

8. Exercer responsabilidade pela segurança do trabalho em empresas;

9. Ministrar aulas de arquitetura e urbanismo em Instituições de Ensino Superior;

10. Projetar mobiliário para fabricação em série;

11. Adequar projetos para certificação ambiental;

12. Especializar o escritório na elaboração de projetos de retrofit de edificações;

13. Elaborar e executar projetos de preservação do patrimônio histórico-cultural edificado.

Para aprofundar ainda mais o conhecimento sobre todas as atividades que podem ser exercidas, vale os arquitetos e urbanistas interessados conhecerem a Resolução nº 21 do CAU/BR (http://www.caubr.gov.br/resolucao21/). Nela, há uma série de informações sobre as atividades e atribuições. Há várias formas de mostrar o seu talento dentro da Arquitetura e do Urbanismo. A sugestão é: se informar para avançar


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Ação “Arquitetas na Cidade” movimenta o mês de março no CAU/SC

Comunicação CAU/SC

Tempo para dialogar, rememorar e traçar as metas de um futuro em que o respeito e a valorização venham antes de qualquer projeto a ser executado. Durante esse mês de março, por ocasião do dia das mulheres, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina promoveu debates entre os arquitetos, urbanistas e demais colaboradores sobre a relação do feminino com o planejamento da cidade. Intitulado como “As Arquitetas na Cidade”, a ação chegou, também, aos espaços públicos. O Museu da Escola Catarinense, por exemplo, foi palco de um dos encontros. Ermínia Maricato (USP) também participou da reunião, dialogando sobre a falta de uma organização urbana que seja mais convidativa às mulheres. Segundo a arquiteta, “vale destacar a importância da democratização dos espaços urbanos como forma de acolher e respeitar a todos. As mulheres, principalmente da periferia, são extremante prejudicadas por um processo de urbanização bastante desigual”, comenta.  Para a presidente do CAU/SC, Daniela Sarmento, a promoção de eventos como esse, deverão se estender durante outros períodos do ano. “Eventos assim formam uma oportunidade valiosa de aprendizado coletivo para novas experiências e perspectivas. Somos a maioria entre os profissionais de arquitetura e urbanismo, mas participamos pouco. É nossa responsabilidade trazer luz para o tema da relação das mulheres na arquitetura e na cidade”, diz.


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Lançamento do Projeto Brasil Cidades

Comunicação CAU/SC

Terça feira, dia 6 de março, será um dia importante para a arquitetos, urbanistas e a sociedade como um todo: é o Lançamento do projeto Brasil Cidades. O evento, cuja formulação se constitui por meio de uma ampla rede de ação coletiva convergente em torno da agenda urbana, contará com a presença da arquiteta e urbanista Ermínia Maricato (USP). Ermínia traz na bagagem sua experiência como Professora universitária, pesquisadora acadêmica e ativista política. Seu currículo também conta com a ocupação de cargos públicos na Prefeitura da Cidade de São Paulo, onde foi Secretária de Habitação e Desenvolvimento Urbano (1989-1992) e no Governo Federal, onde foi Secretária Executiva do Ministério das Cidades (2003- 2005) cuja proposta de criação se deu sob sua coordenação. O Lançamento do Projeto Brasil Cidades será no Auditório da ALESC, a partir das 18:30. ALESC.