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O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina, celebra um importante passo rumo a aquisição de sua sede própria: a criação da “CTP” (Comissão Temporária de Patrimônio). Nela, a equipe de conselheiros participantes terá a responsabilidade em desenvolver ações que estejam em consonância com o planejamento necessário para a conquista de um imóvel que atenda às especificações arquitetônicas e às necessidades de espaço demandadas pelo Conselho e pelos arquitetos e urbanistas do estado.

É importante frisar que há uma recomendação aos CAU/UF para que tomem providências para implantação de suas sedes definitivas, conforme Deliberação Plenária nº 08 de 4 de maio de 2012, do CAU/BR (http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2012/12/DELIBERACAO-PLEN(8-2012)SEDES(CAU-UF)CONCURSO.pdf ) . O entendimento do CAU/BR é que a medida deve contribuir para a redução de gastos com alugueis, além de melhor receber os arquitetos e urbanistas de cada estado, bem como as entidades parceiras do CEAU/SC (Colegiado de Entidades de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina).

O trabalho da comissão deve ser intenso, com a revisão de todo material que foi elaborado pela Comissão de Patrimônio que trabalhou em 2017. Foram elaboradas pesquisas de mercado, consulta aos profissionais do estado, entre outros levantamentos. Após a revisão deste material, deve ser realizada a revisão do programa de necessidades, análise e escolha de possíveis terrenos/edificações que possam atender à necessidade do Conselho. É um indicativo do CAU/BR que a sede seja construída em terreno/ edificação com relevante valor histórico ou arquitetônico e que o projeto da futura sede do CAU/SC seja resultado de um concurso público de projetos.

Participam da Comissão os arquitetos e urbanistas Rosana Silveira  (coordenadora), Silvya Helena Caprario (coordenadora adjunta) e Ronaldo de Lima (membro e ex-presidente CAU/SC).  Segundo Rosana Silveira, a presença do arquiteto Ronaldo de Lima é fundamental, já que a ideia é valorizar o trabalho desenvolvido pelas comissões que debateram a sede do CAU/SC nas gestões passadas. “Temos a missão de aprimorar todo o estudo feito pelas comissões anteriores, na premissa de avançarmos na busca de nossa sede própria. A proposta é trabalhar com diversas frentes, desde aquisição de terreno até edificações prontas que atendam o nosso programa de necessidades e que contemplem a nossa identidade de arquitetura”,  comenta a arquiteta.

As atividades da Comissão Temporária de Patrimônio devem ser desenvolvidas até abril de 2019, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses.


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