Profissionais e estudantes propõem projetos desenvolvidos durante oficinas do 2º Congresso Catarinense de Arquitetos e Urbanistas

Na noite da sexta-feira, 11, arquitetos, urbanistas e estudantes apresentaram as ideias desenvolvidos durante as oficinas do 2º Congresso Catarinense de Arquitetos e Urbanistas

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Um aplicativo, um mapeamento colaborativo e intervenções culturais que estimulem a revitalização de espaços públicos e históricos, além de atender as demandas da comunidade são resultados das oficinas nos eixos Escola, Profissão e Cidade.

Da oficina do eixo Escola, conduzida pelo arquiteto e urbanista Luciano Margotto, os participantes elaboraram o projeto de uma oficina que reúna todas as escolas de arquitetura da mesorregião da Grande Florianópolis, a fim de um levantamento de dados sobre cada paisagem da cidade. A pesquisa resultaria em um mapa colaborativo com mecanismos virtuais capazes de divulgar essas informações nos locais. “O principal objetivo é viabilizar uma ação que estimule nos moradores o sentimento de reconhecimento da sua própria história e resgatar essa memória afetiva”, esclarece o integrante do grupo, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC, Eduardo Westphal.

Já a oficina do eixo Profissão, que teve a orientação do arquiteto e urbanista Ricardo Corrêa, resultou na elaboração de um aplicativo capaz de interligar projetos e profissionais por meio de pesquisas de perfil e linhas de interesses. O instrumento ainda servia como um banco de dados acessível à comunidade, a fim de auxiliar aproximar arquitetos e urbanistas das demandas da população. “Pensamos em um mecanismo que seja facilitador para atuação e integração entre projetos, arquitetos e a sociedade”, afirma a estudante Desirree Siqueira.

No eixo Cidade, conduzido a partir da palestra do Arquiteto e Urbanista, Gustavo Cedroni, a proposta é a produção de uma intervenção efêmera na Ponte Hercílio Luz. O intuito do grupo é fomentar a discussão da necessidade de recuperação da estrutura e apontar a importância histórica do local para a cidade e região.  “Diante de todas as polêmicas que surgiram sobre a reforma, nós entendemos que seja necessário fomentar a curiosidade e a discussão sobre a Ponte”, considera o integrante do grupo arquiteto e urbanista André Lucas Chambarelli.


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