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Em setembro, Santa Catarina receberá a primeira edição de um evento nacional para promover a inclusão das mulheres nas cidades. O Ciclo de Debates “As mulheres na Arquitetura e a Produção de Cidades mais Inclusivas para mulheres” acontece terá como palco o plenarinho da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O projeto é desenvolvido pela Assessoria Parlamentar do CAU/BR em parceria com GT de Mulheres do Fórum dos Presidentes e Comissão Temporária de Equidade de Gênero do CAU/BR.

O Ciclo de Debates prevê uma intensa agenda de encontros itinerantes nas cinco regiões do país com o objetivo de consolidar uma política para a equidade de gênero para CAU e para as mulheres na cidade. Depois de Florianópolis, o evento acontece no estado do Sergipe, em 19 de setembro, e repete em Salvador, Porto Alegre, Rio Branco, Brasília, Fortaleza e São Paulo e Rio de Janeiro.

Para buscar apoio à realização do evento, foram realizadas uma série de audiências com deputadas estaduais e federais. No dia 23 de maio, as presidentas representantes do GT de mulheres do Fórum de Presidentes se reuniram com as deputadas Geovania de Sá (PSDB), Alice Portugal (PCdoB) e Carmen Zanotto (PPS), da Bancada Feminina da Câmara Federal. O CAU dialogou ainda com a deputada federal catarinense Angela Amim (PP). Em Santa Catarina, as deputadas estaduais Ada de Luca(MDB), Marlene Fengler (PSD) e Luciane Carminatti (PT) também receberam o CAU/SC para tratar do assunto na Assembleia Legislativa.

A inclusão das mulheres nos espaços de decisão é um tema que vem concentrando a atenção do CAU/SC. Em julho, o conselho debateu a representatividade feminina durante o  Seminário Arquitetura e Política  – os desafios da representação profissional na Arquitetura e Urbanismo. O evento foi realizado em conjunto com o Colegiado de Entidades da Arquitetura e Urbanismo (CEAU-CAU) e a Câmara Temática Mulheres e Arquitetura.

A ação está sintonizada com as orientações da agenda 2030 dos Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas e Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.


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