Publicado em Categoria Arquitetura

Cartilha alerta para adaptações necessárias em residências de pessoas idosas

Comunicação CAU/SC

Mais de 30 milhões de pessoas no Brasil tem mais de 60 anos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua divulgada pelo IBGE em abril de 2018. O envelhecimento populacional provoca arquitetos e engenheiros a idealizarem casas que se ajustem às necessidades deste público. Pensando em alertar os profissionais para esta demanda, o CAU do Mato Grosso em parceria com outras organizações lançou a cartilha Casa Segura, em que alerta para a adoção de medidas que garantam a segurança de pessoas idosas nas residências.

Nos hospitais do SUS, 75% dos acidentes com lesões traumáticas ocorrem nas próprias casas dos acidentados, segundo informa a própria cartilha. São casos de poderiam ser evitados com adaptações simples, como instalações de alavancas, iluminação e maçanetas adequadas, por exemplo.

São idealizadores do projeto, além do CAU/MT, a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Mato Grosso, o Conselho Regional de Engenharia/MT, Unimed e implantes Astramed. O material foi lançado durante o 1º Fórum do Idoso, realizado em Cuiabá, e está disponível no site do CAU/SC neste link.

Oportunizar segurança e autonomia para pessoas idosas está alinhado com a meta 23 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que é balizador do Plano de Gestão do CAU/SC: “Meta 23. As pessoas que estão vulneráveis devem ser empoderadas. Aqueles cujas necessidades são refletidas na Agenda incluem todas as crianças, jovens, pessoas com deficiência (das quais mais de 80% vivem na pobreza), as pessoas que vivem com HIV/AIDS, idosos, povos indígenas, refugiados, pessoas deslocadas internamente e migrantes. Decidimos tomar medidas e ações mais eficazes, em conformidade com o direito internacional, para remover os obstáculos e as restrições, reforçar o apoio e atender às necessidades especiais das pessoas que vivem em áreas afetadas por emergências humanitárias complexas e em áreas afetadas pelo terrorismo.” 


Deixe seu comentário