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Comunicação CAU/SC

Arquitetos e urbanistas de todo o Brasil devem atualizar seus dados de contato no SICCAU até o dia 1º de janeiro de 2020. Quando profissionais e empresas acessarem seu ambiente profissional, será exibido um aviso indicando a obrigatoriedade do recadastramento das informações. O objetivo é garantir o acesso de todos os profissionais às informações referentes às Eleições do CAU 2020, que acontecem em outubro do ano que vem.

Trata-se de uma exigência do Regulamento Eleitoral do CAU, visando maior transparência e participação na escolha dos conselheiros do CAU/BR e dos CAU/UF que assumirão os mandatos 2021-2023. Conforme a Lei 12.378/2010, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo no Brasil, o voto nas Eleições do CAU é obrigatório para todos os arquitetos e urbanistas com registro ativo.

Para realizar a atualização cadastral, basta acessar o ambiente profissional do SICCAU com login e senha. Ao ver a mensagem do recadastramento, clique em “Confirmar Dados”.

Atenção: Os dados pessoais de identificação (em cinza na área superior) estão bloqueados para edição, e qualquer alteração necessária deverá ser solicitada via protocolo. Os dados a serem editados estão nos campos de cor branca, conforme imagem abaixo. Logo em seguida, basta clicar no botão Enviar e a atualização estará concluída.

O processo é o mesmo para as empresas de Arquitetura e Urbanismo. Não deixe para a última hora! Garanta seu acesso a todas as informações que o CAU/BR e os CAU/UF disponibilizam aos arquitetos e urbanistas de todo o país. Todas as datas importantes do Calendário Eleitoral – como registro de candidatura, campanha eleitoral e votação – serão divulgadas com antecedência para todos os contatos cadastrados no SICCAU. O prazo final para o recadastramento de informações é 1º de janeiro.

Saiba mais sobre as Eleições do CAU 2020

Fonte: CAU/BR


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Caminhada da Acessibilidade adiada para 26 de setembro

Comunicação CAU/SC

O clima instável dificulta ainda mais a mobilidade das/os participantes da Caminhada da Acessibilidade. Por isso, a organização decidiu adiar novamente o evento, que aconteceria nesta sexta-feira (20).

A atividade faz parte da Semana Inclusiva 2019, promovida pela Superintendência Regional do Trabalho de Santa Catarina, Ministério Público do Trabalho, instituições públicas e privadas.

Ajude a divulgar!


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Florianópolis sedia Fórum Brasil ODS 2019

Comunicação CAU/SC

O Movimento Nacional ODS Santa Catarina e a Editora Expressão realizam o Fórum Brasil ODS 2019. O evento busca promover o debate e o intercâmbio de conhecimento acerca dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil e será realizado nos dias 28 e 29 de junho, no Jurerê Beach Village, em Jurerê Internacional. As inscrições estão abertas e podem ser feitas AQUI.

Durante dois dias, o Fórum irá reunir especialistas em um encontro que reforça a importância da Agenda 2030 para Santa Catarina, para o Brasil e para o planeta, além de difundir a relevância da aplicação dos ODS no país, apresentando exemplos bem sucedidos da implantação deles nas empresas. Signatário do movimento, o CAU/SC estará representado no evento.

“A Agenda 2030 é um plano de ação assinado por líderes mundiais que estiveram reunidos na sede da ONU em setembro de 2015 e que se comprometeram a trabalhar para erradicação da pobreza, para a proteção do planeta e para garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade. A partir de então é que foram definidos os 17 ODS, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com metas e tarefas coletivas que devem ser cumpridas até 2030”, explica a Coordenadora Geral do Movimento ODS Santa Catarina, Katiane Vieira.

Dessa forma, o Fórum Brasil ODS 2019 inova ao reunir grandes nomes do país que irão propor uma reflexão sobre o quanto o Brasil avançou nessa pauta e quais caminhos deve seguir.

Os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável são: erradicação da pobreza, fome zero e agricultura sustentável, saúde e bem-estar, educação de qualidade, igualdade de gênero, água potável e saneamento, energia acessível e limpa, trabalho decente e crescimento econômico, indústria, inovação e infraestrutura, redução das desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis, consumo e produção responsáveis, ação contra a mudança global do clima, vida na água, vida terrestre, paz, justiça e instituições eficazes, parcerias e meios de implementação.

Durante o Fórum, também será feita a entrega do Prêmio ODS Santa Catarina, que irá valorizar as melhores iniciativas de pessoas e organizações signatárias do Movimento Nacional ODS no Estado.


Comunicação CAU/SC

Sede do TJ em Florianópolis | Foto: TJ/SC

Estão abertas, até 24 de junho, as inscrições para o 1º Fórum Nacional de Arquitetura Judiciária: o Futuro do Judiciário. O encontro acontecerá nos dias 27 e 28 de junho de 2019, nos turnos matutino e vespertino, no Auditório do Tribunal Pleno do TJSC, em Florianópolis/SC.O evento é voltado às equipes técnicas e gerenciais das áreas de arquitetura e engenharia dos tribunais de justiça estaduais.

O segundo dia do evento prevê a realização de três oficinas simultâneas. Gestão de Processos, Segurança Institucional ou Novas Tecnologias e Infraestrutura. Os/as participantes devem informar a opção no ato da inscrição.

Serão abordadas as seguintes questões: a importância da arquitetura judiciária na efetividade da justiça; a contribuição do Conselho Nacional de Justiça no panorama da arquitetura judiciária brasileira; o desenho arquitetônico e a eficiência do Judiciário (a percepção da relação entre pessoas e ambientes no projetar para a Justiça); o processo eletrônico e seus efeitos no espaço físico do Judiciário (o impacto da migração dos processos físicos para eletrônicos no espaço físico de fórum e unidades administrativas do Tribunal de Justiça de São Paulo); a experiência de videoconferência com réus presos no Tribunal de Justiça do Ceará; a colaboração do projeto arquitetônico nos sistemas de segurança; soluções de segurança aplicadas nos projetos arquitetônicos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais; estudo econômico para a utilização racional do espaço físico no Poder Judiciário; gestão de processos (planejamento e gestão de projetos e obras na justiça federal); e uso de painéis solares na sede do Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte: TJSC


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Dia internacional dos Museus. Visite um museu catarinense!

Comunicação CAU/SC

Instituto Internacional Juarez Machado, em Joinville

18 de maio é o Dia Internacional dos Museus, instituições que preservam a memória e a arquitetura, produzem cultura, difundem os saberes e a arte e dos povos. Segundo a Fundação Catarinense de Cultura, existem 190 destas instituições distribuídas em 102 municípios de Santa Catarina. Para celebrar a data, divulgamos a lista dos museus em funcionamento no estado. Conheça, divulgue, visite.

Museus, Casas de Cultura, Memoriais e Monumentos


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Novo RRT Social

Lívia Schumacher Corrêa

O CAU/BR está realizando uma Consulta Pública para discutir a criação do RRT Social, uma nova modalidade de registro de responsabilidade técnica. A necessidade do novo registro surgiu do envolvimento da Comissão de Política Profissional – CPP do CAU/BR com arquitetos e urbanistas que trabalham com Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social – ATHIS em todo o Brasil.

A CPP já promoveu mais de 20 ações, entre seminários, palestras e reuniões técnicas sobre o tema, em diversos estados do país, visando integração e parcerias com os múltiplos atores sociais: governos, empresas, profissionais, organizações do terceiro setor e movimentos sociais de moradia. A Consulta Pública propõe a discussão sobre a substituição de RRT Mínimo pelo RRT Social, com vantagens para os arquitetos e urbanistas e para os contratantes de serviços de Assistência Técnica de Habitação de Interesse Social.

O RRT Mínimo servirá para registrar as atividades dos Grupos Projeto e/ou Execução relativas a uma habitação de até 70 m² ou a um conjunto residencial unifamiliar enquadrado na Lei de Habitação de Interesse Social.

Para saber mais, acesse o site do CAU/BR


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Prêmio Tomie Ohtake prorroga inscrições

Lívia Schumacher Corrêa

As inscrições para o 6º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel foram prorrogadas até dia 30 de maio.

O Prêmio busca mapear e reconhecer os projetos de destaque da atual arquitetura brasileira em duas categorias:

CATEGORIA PROFISSIONAIS
Arquitetos com obras construídas

CATEGORIA UNIVERSITÁRIOS
Estudantes de arquitetura com projetos não construídos relacionados ao tema: REVITALIZAÇÃO ,REQUALIFICAÇÃO, RENOVAÇÃO

Os projetos selecionados ganham exposição no Instituto Tomie Ohtake e os premiados recebem viagens internacionais e estágio em escritório de arquitetura.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até dia 30 de maio pelo site, onde se encontram outras informações como edital e edições anteriores.


Lívia Schumacher Corrêa

Há muitos anos, os moradores do bairro Santa Catarina, na cidade de Caçador, não frequentavam mais a área comunitária do bairro. Isso porque o espaço, ocioso e em desuso, já não era visto pelos moradores como um local de lazer e convivência. A construção se situava na região mais carente do bairro e, além do edifício principal, contava com uma área de uso comum com campo para práticas esportivas e parque infantil.

Pensando nisso, a Prefeitura Municipal, em parceria com os moradores da região, propôs, em 2017, a revitalização e requalificação do edifício, que já chegou a abrigar uma creche e posteriormente um programa de hortas comunitárias. Atendendo a solicitações, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Caçador — IPPUC, juntamente com a Secretaria de Educação, realizou um reconhecimento do local e análise das condições da estrutura da edificação para redefinir o uso do espaço.

O Quintal Social de Caçador, título do projeto, se dará através da elaboração de um projeto arquitetônico de cunho social para a promoção de ações culturais, educativas, lúdicas e atividades físicas. Ainda em construção, o espaço contará com oficinas de dança, música, canto, contação de histórias, projetos de formação ou capacitação profissional, além de desenvolver um ambiente que fortaleça o desenvolvimento social local, como uma cozinha coletiva.

O projeto, totalmente custeado pela prefeitura, atinge um público de aproximadamente dois (2) mil habitantes. Ele é assinado pela arquiteta e presidente do IPPUC, Karina Pompermayer, e pelo designer Alexandre Schemacher: “Na sua grande maioria, estas pessoas não poderiam custear as atividades ofertadas, constituindo-se em uma oportunidade de inclusão social e cultural muito representativa”, relata Pompermayer.


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Prêmio Tomie Ohtake 2019 abre inscrições

Lívia Schumacher Corrêa

Estão abertas as inscrições para o 6º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel. A premiação contempla trabalhos arquitetônicos contemporâneos, buscando projetos que dialoguem com o panorama brasileiro atual e que levem em conta o comprometimento com a sustentabilidade, bem como a criatividade do projeto e da construção.
O Prêmio está dividido em duas categorias:

Profissionais: Arquitetos com obras construídas
Universitários: Estudantes de arquitetura com projetos não construídos e que estejam relacionados aos temas revitalização, requalificação e renovação.

Os projetos selecionados ganham exposição no Instituto Tomie Ohtake e os premiados recebem viagens internacionais e estágio em escritório de arquitetura. As inscrições (gratuitas) devem ser feitas online, de 05 de abril a 09 de maio de 2019, pelo site, no qual há informações completas sobre a premiação.

 


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Artigo da coordenadora da Comissão de Ensino e Formação do CAU/SC sobre EaD

Gabriela Morais reafirma decisão do CAU/BR em recusar registros para alunos egressos do ensino à distância

Comunicação CAU/SC

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil nasceu em 2012 com o intuito de dar maior autonomia e representatividade para a profissão. Como autarquia federal, possui a função de “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”, segundo estabelece o parágrafo 1º do Art. 24 da Lei 12.378/2010, que criou o conselho e regulamentou o exercício da profissão.

Uma das prerrogativas do CAU/SC, como exposto por nossa presidente, Daniela Sarmento, é a de se empenhar na consolidação do reconhecimento do profissional da arquitetura e urbanismo como agente estratégico a serviço da transformação do espaço urbano em suas diferentes escalas e dimensões.

A Comissão de Ensino e Formação de Santa Catarina – CEF/SC, consonante à função principal deste Conselho e ainda à missão de fomentar e fortalecer a arquitetura e urbanismo, posiciona-se contrariamente à oferta de cursos de graduação na modalidade Educação à Distância (EAD) e manifesta sua preocupação em relação à tal prática.

Estando de acordo com a deliberação do CAU/BR em negar o registro profissional de bacharéis formados em cursos EaD, buscamos esclarecer o posicionamento dessa comissão.

Consideramos o EaD uma estratégia para ampliar o acesso à Educação Formal e ainda promover maior inclusão da população distante dos grandes centros ou ainda com recursos financeiros limitados, o que dificulta o acesso às Universidades. Enxergamos o avanço dessa modalidade como algo positivo quando representa, de fato, melhoria na qualidade de vida da população através da promoção de ensino de qualidade e que respeite as particularidades de cada área.

Em relação ao ensino da Arquitetura e Urbanismo, por diversas vezes o CAU/BR manifestou-se contrário a inúmeros processos de autorização, reconhecimento e renovação dos cursos no país, sem que houvesse tido qualquer planejamento a respeito de sua distribuição territorial, de acordo com demandas reais desse profissional. Tais manifestações têm sido repetidamente ignoradas.

No tocante à Arquitetura e Urbanismo, prezamos por condições adequadas para um ensino de qualidade. Tais condições passam por diretrizes como relação entre número de aluno/professor para atividades de ateliê – próprias das atividades de ensino de projeto e até mesmo da profissão –, atividades de laboratórios e de campo, mas principalmente pela construção colaborativa e experimental do conhecimento. Essa última é possível quando há a vivência, a troca, a participação em conjunto, as visitas às obras, a prática do canteiro. Essas não são questões postas como desejos dessa Comissão, mas sim elementos a serem inseridos nos cursos, expressas nas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo.

Não foi apresentada, até o momento, maneira adequada de propiciar tal experiência – fundamental para a formação do profissional arquiteto e urbanista – para os alunos do EaD.

A profissão exige a articulação de conhecimentos distintos na proposta de projetos ambientalmente adequados, economicamente viáveis, socialmente justos e culturalmente aceitos. Por isso somos da área das Ciências Sociais Aplicadas. Exige a prática do argumento e da construção coletiva quando temos o papel de gerenciar projetos – de seu desenvolvimento até sua implantação e gestão -, compatibilizando a concepção do espaço com a solução estrutural, a eficiência energética, a automação e tantas outras facetas propostas à obra arquitetônica e urbana final. Tal prática exige o poder de argumentação, aprendido e praticado no convívio. Assim reiteramos: até o momento não foi apresentada forma adequada para desenvolver tais habilidades à distância.

Consideramos imprescindível a conversação e troca professor/aluno e aluno/aluno no ambiente de ensino/aprendizagem e suas atividades práticas de ateliê, para a formação de profissionais preparados para o enfrentamento de problemas reais e cada vez maiores de nossas cidades. O sucateamento do Ensino Superior Brasileiro só agiganta essa necessidade e nos obriga a considerar o ensino presencial como única alternativa.

O EaD como ferramenta complementar à formação presencial é singular ao propiciar contato com profissionais reconhecidamente relevantes em suas áreas, e ainda conteúdos produzidos em outras instituições e até mesmo em outros países. Por isso estão previstas em normativas como a 9057, de 25 maio de 2017, e as Portarias Normativas do MEC nº 2, de 10 de janeiro de 2007, e nº 1134, de 10 de outubro de 2016. É desejado o uso de novas tecnologias e métodos de ensino quando efetivamente representam avanços na formação, o que não é o caso posto em questão.

Assim, expomos aos membros de nossa categoria e, sobretudo, à sociedade que não concordamos e nos colocamos totalmente contrários ao Ensino à Distância enquanto modalidade de ensino da Arquitetura e Urbanismo, por não reconhecermos nesta os meios necessários para formação de profissionais hábeis para o desenvolvimento de atividades tão complexas.

A ação é conjunta aos demais conselhos federais e busca garantir que o profissional arquiteto e urbanista brasileiro continue a colaborar com a construção de melhores cidades e uma melhor qualidade de vida dos cidadãos.

Seguimos em nossas ações para a melhoria do ensino de Arquitetura e Urbanismo em Santa Catarina e buscando contribuir para reverberar em todo o território brasileiro.

Gabriela Morais é Arquiteta e Urbanista e coordenadora da Comissão de Ensino e Formação do CAU/SC