Mês: maio 2017

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Agenda: CAUSC promove palestra – Uma Breve história da profissão e sua organização com Roberto Simon

Arquiteto participa de encontro que vai relembrar questões históricas e determinantes na atuação do Arquiteto e Urbanistas

Wilson Molin Junior

Palestra – ARQUITETURA: Uma Breve história da profissão e sua organização.
ROBERTO SIMON – Arquiteto e Urbanista
Ouvidor Geral do CAU BR}
ex conselheiro federal pelo CAU SC
Diretor da Studio Domo
Mestre em Arquitetura e Urbanismo
Conselheiro da UIA – Américas / Comitê RIO2020

Programação:
Credenciamento – 19:30h
Início – 20:00h
Término – 22:00h

Local – Auditório da CDL (Camara de /dirigentes Lojistas)
ENTRADA FRANCA – Profissionais e Estudantes de Arquitetura e Urbanismo

VAGAS LIMITADAS
CONFIRMAÇÃO: auscjoinville@gmail.com


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Movimento Traços Urbanos busca contribuir com a cidade

Em entrevista, o vice-presidente do CAU/SC, Giovani Bonetti, fala sobre como surgiu a ideia do Traços Urbanos e sobre temas importantes nas discussões que envolvem o futuro das nossas cidades.

Criado para contribuir com ideias que requalifiquem os espaços públicos, o Movimento Traços Urbanos quer estimular a participação popular na discussão sobre o modelo de cidade a ser perseguido por sociedade civil e poder público. Inicialmente, o grupo multidisciplinar focou na área leste da Praça 15 – batizada de distrito criativo – que recebeu no fim de semana palestras, debates e oficinas, como a ministrada por Simone Sayegh, cofundadora da Pistache Editorial, que propõe a difusão do conhecimento da técnica e dos aspectos sociais da arquitetura. Nesta entrevista, o vice-presidente do CAU/SC, Giovani Bonetti, fala sobre como surgiu a ideia do Traços Urbanos e sobre temas importantes nas discussões que envolvem o futuro das nossas cidades.

Como surgiu o Traços Urbanos e onde vocês querem chegar com a iniciativa?

Surgiu da angústia de alguns arquitetos em função do que está acontecendo com o Plano Diretor. Não encontrávamos um modelo de cidade dentro das discussões sobre o projeto e começamos a fazer encontros e oficinas pensando como poderíamos dar uma contribuição para a melhoria de Florianópolis. E achamos que poderíamos trabalhar com um tema específico, a qualificação dos espaços urbanos, que desdobra para muitos outros. É um movimento de pessoas, e não de entidades. Hoje a nossa base é a região leste da Praça 15, que chamamos de distrito criativo. E é bom reforçar que em momento algum estamos querendo ocupar o espaço do poder público. A ideia é, como um movimento cidadão, contribuir para a qualidade de vida da cidade, com ideias e propostas.

A ideia, então, é fazer com que as pessoas participem mais da discussão sobre os espaços urbanos?

Exatamente, que sejam parte desse processo. Porque as ferramentas utilizadas por algumas instituições, entidades ou pelo poder público não dão resultado no sentido de que sempre existe um conflito de interesses. Estamos aprendendo, tateando nesse sentido, para termos um novo modelo de interação entre todos os interesses: do coletivo, dos moradores, dos comerciantes, etc.

E por quê a escolha dessa região específica, próxima à praça 15 de Novembro, para início das discussões?

Percebemos que não poderíamos dar uma abrangência muito grande porque ficaria superficial e fomos dando um zoom para que o resultado fosse efetivo. E naquela região já estão acontecendo algumas coisas – como o Sapiens, a revitalização de museus, a feirinha de antiguidades – que vão dando potencial para esse trabalho. E também identificamos alguns pequenos espaços públicos não muito difíceis de revitalização.

Por quê é comum os centros urbanos, especialmente das cidades maiores, ficarem abandonados e degradados?

É uma questão de políticas públicas. Para que uma cidade seja ativa, ela tem que ter multifuncionalidade, comércio, serviços, moradia. Se não forem muito bem estudadas e articuladas, as ações do poder público podem tirar do eixo, digamos assim, algumas regiões. O Plano Diretor trata de um planejamento estratégico. Determina o futuro que uma cidade vai ter, potencializando algumas áreas. Grandes transformações urbanas nos centros das cidades aconteceram justamente quando o poder público entendeu isso e criou algumas ferramentas de gestão para que isso pudesse ser revertido. Um caso clássico é Melbourne (Austrália), que estava com o centro degradado e hoje é um exemplo positivo. Porque potencializou serviços, comércio e moradias, o que deu uma dinâmica e recuperou a cidade. Eles começaram a ver onde estava o maior desequilíbrio. Trouxeram o habitante para o centro de novo.

Mas não estamos falando só de uma cidade mais bonita e sim de um conceito mais abrangente?

Sim, bem mais. É a cidade para as pessoas. Que a gente tenha uma cidade amigável para quem usufrui dela.
Como é o desafio de fazer com que a cidade, heterogênea, seja boa para todas as classes e para os turistas?
Num país como o nosso, com grandes desníveis, isso é muito difícil. Um grande desafio. E a cidade é boa para o turista quando ela é boa para o cidadão. Não adianta fazer uma produção de cidade que não seja verdadeira. A cidade tem que ser democrática. O que a gente busca é uma convergência.


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Arquitetos e urbanistas brasileiros têm o desafio de participar de forma efetiva dos processos legislativos

Conselheiro Federal do CAU/SC, Ronaldo Lima comenta percepções sobre a V Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo

Arquiteto e urbanista Ronaldo Lima
Conselheiro Federal do CAU/SC

Em três anos como presidente estadual do CAU/SC e pouco mais de dois anos como conselheiro federal suplente, ainda não havia participado de nenhum dos quatro seminários legislativos de arquitetura e urbanismo que o CAU/BR organizou. Com o impedimento da participação do titular, nesta 5ª edição pude enfim conhecer, contribuir e, principalmente, aprender um pouco mais sobre esse importante trabalho desenvolvido pela CPUA (Comissão de Política Urbana e Ambiental) e pela assessoria parlamentar deste jovem conselho profissional, que vem trabalhando para recuperar o atraso de 50 anos na defesa de uma arquitetura e urbanismo que confira ao povo brasileiro dignidade, qualidade e a segurança perdidas ou nunca conquistadas ao longo da nossa história.

A proposta desta edição, ocorrida nos dias 16 e 17 de março, era apresentar aos seminaristas o estado da arte de todos os projetos de lei e outros instrumentos de interesse da categoria, que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Após uma mesa redonda apresentada pela consultora independente das Nações Unidas, Marja Edelman, e representantes de órgãos de planejamento e gestão pública, sobre a Nova Agenda Urbana Mundial (assinada por 193 países), presidentes, conselheiros, representantes de CAUs, entidades de arquitetura, arquitetos e urbanistas e estudantes que estavam presentes se reuniram à assessoria jurídica especializada do congresso. Grupos de participantes foram divididos em plenárias para avaliar e estabelecer posicionamentos convergentes, divergentes e demais ressalvas. Mesmo as divergências foram registradas, para que a assessoria parlamentar e a presidência do CAU/BR possam intervir junto aos proponentes e demais parlamentares, apresentando os posicionamentos e contribuições dos arquitetos e seu Conselho Profissional.

Acompanhando e participando de cada um dos grupos de trabalho, foi possível perceber a importância deste tipo de evento e da ação continuada de assessoria parlamentar que o CAU vem desenvolvendo junto ao Congresso Nacional. Principalmente pelo evidente desconhecimento que os parlamentares e seus assessores têm sobre muitas questões técnicas e, talvez por conta disso, a existência de contradições nas proposições de diferentes e simultâneos projetos. Mesmo quando há boa intenção, a possibilidade de retrocessos e equívocos irreparáveis para a qualidade da arquitetura e para o ordenamento do território e gestão das cidades é outra grande preocupação.

Mesmo com a dimensão territorial e cultural do País, é surpreendente a quantidade de projetos que visam estabelecer normas nacionais que se aplicariam, no máximo, a algumas regiões e suas especificidades. Questões como drenagem pluvial, por exemplo, têm suas distinções geográficas e climáticas totalmente desconsideradas em alguns desses projetos.

Há ainda o que se aperfeiçoar com relação a todo processo, desde a metodologia do seminário e das etapas prévias, para que consigamos maior qualidade e efetividade no resultado das discussões e contribuições dos arquitetos brasileiros. Mas, ainda assim, é inegável a importância do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo CAU.

Apesar da pequena amostragem de participantes nesse V Seminário Legislativo, foi imensamente gratificante testemunhar a qualidade e riqueza das contribuições e experiências que vem de arquitetos e urbanistas experientes e atuantes nos diversos setores da arquitetura do urbanismo em diferentes cidades brasileiras.

Como arquitetos e urbanistas brasileiros temos posto um grande desafio de participar de forma mais efetiva desse importante processo legislativo (municipal, estadual e federal) que tem desdobramentos diretos nas nossas atividades profissionais e, mais que isso, em nossas vidas e na vida de nossas cidades. Há diferentes formas de contribuir e participar, como por meio de associações de bairros, conselhos municipais e estaduais, entidades profissionais, conselho profissional e suas comissões, audiências públicas, plenárias de casas legislativas e tantas outras possibilidades que o mundo cibernético dispõe.

“Se os arquitetos não fizerem política, os políticos farão arquitetura”. Por fim destaco essa significativa frase proferida pelo mais importante arquiteto moderno do México, Pedro Ramirez Vásques, durante palestra magna do Congresso Panamericano de Arquitetos, realizado em 2000, na Cidade do México, e que foi lembrada por um dos componentes da mesa na Cerimônia de Abertura.


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Planejar é preciso: o futuro de nossa cidade

Em pleno século XXI, o debate sobre a importância dos planos diretores municipais sobrevive principalmente em função das disputas pelo mercado imobiliário.

arquiteto e urbanista Luiz Alberto Souza
Presidente do CAU/SC

O processo de revisão do Plano Diretor de Florianópolis (PD) reacendeu velhas e novas discussões sobre qual “modelo” de cidade queremos. Em pleno século XXI, o debate sobre a importância dos planos diretores municipais sobrevive principalmente em função das disputas pelo mercado imobiliário. O zoneamento, através da determinação de seus parâmetros e índices urbanísticos, é o principal alvo de qualquer processo de planejamento das cidades.

Em um mundo cada vez mais urbano e altamente tecnológico, onde rápidas mudanças paradigmáticas alteram o comportamento da sociedade, continuamos a disputar espaços desiguais em busca da predominância de ideologias e de costumes. A cidade tradicional, que não se reinventa, se consolida como o locus do exercício do poder, em todos os níveis.

Nunca um plano foi tão discutido como o PD de Florianópolis. Mais de uma década de idas e vindas, de versões e de fatos, de decisões e indecisões em que muitas perguntas ainda continuam sem respostas. Um processo que, infelizmente, se encontra judicializado, com pouca transparência, sem condução técnica e sem rumo claramente definido.

Diante desse quadro, arquitetos e urbanistas questionam: será que somos capazes de conduzir o futuro de nossas cidades ou estamos sendo conduzidos?

Nossa categoria busca contribuir na construção de um plano diretor representativo, participativo, com razoabilidade e coerência técnica. Não confundir com tecnicismo puro e simplista de muitos planos, fórmula que já se demonstrou ineficaz levando à preocupante constatação de muitos PDs que sequer saíram das gavetas.

Gosto muito de uma frase de David Harvey em que o principal no planejamento é você ter “ideias para suscitar ideias”.É consenso que o espaço urbano deve ser articulado através de um pacto social e territorial pensado e acompanhado de ideias e projetos que se articulem. Defendemos que o futuro das cidades deva ser visto sob a ótica da (co)responsabilidade.

Segundo Carlos Matus, um defensor do planejamento estratégico, “negar o planejamento é negar a possibilidade de escolher o futuro, é aceitá-lo seja qual ele for”.


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Movimento Traços Urbanos promove ação Cidade Limpa e oficina de arquitetura para as crianças, em Florianópolis

As atividades serão realizadas no Museu da Escola Catarinense (MESC) e integram a programação do evento Nossa Rua

Movimento Traços Urbanos
Traços Urbanos

A importância da limpeza urbana para a qualificação dos espaços públicos da cidade é o grande tema da ação ‘Cidade Limpa’, que será realizada nos dias 5 e 6 de maio pelo Movimento Traços Urbanos, em Florianópolis. Na programação, estão palestras, debates, oficina de arquitetura voltada para crianças e mutirão de limpeza na região do Centro Histórico Leste da capital catarinense, batizada de ‘Distrito Criativo’ pelo movimento.

As atividades serão realizadas no Museu da Escola Catarinense (MESC) – rua Saldanha Marinho, 196 – e integram a programação do evento Nossa Rua, promovido pelo movimento, que também contará com Caminhadas Culturais pela região, nos dias 6 e 13. Informações e inscrições aqui. A ação ‘Cidade Limpa’ conta com o apoio do MESC, da AsBEA-SC, do Hotel Porto da Ilha, do Hippo Supermercados e do Paladar das Artes Café.

No dia 5 de maio serão realizadas as palestras e debates, das 19h às 21h. Sob o tema ‘Espaços Urbanos’, o primeiro case a ser apresentado será o da Cidade Ativa, é uma organização social com sede em São Paulo que luta por cidades mais inclusivas, resilientes e saudáveis, com foco na leitura e transformação da paisagem e na transformação das pessoas. A apresentação será feita pela arquiteta e urbanista Rafaella Basile, Coordenadora de Projetos e Pesquisas da Cidade Ativa. Na sequência, será apresentado o projeto ‘Cidade Limpa’ pelo jornalista Marcelo Palinkas, responsável pela implantação do projeto Cidade Limpa em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo. Em vigor desde janeiro de 2012, a Lei Cidade Limpa resultou na recuperação da arquitetura original de imóveis e a qualificação da paisagem urbana da cidade.

No dia 6 de maio, as atividades terão início às 9h, com café orgânico coletivo. Às 10h, terá início a ‘Oficina: arquitetura para as crianças’, ministrada pela arquiteta e urbanista Simone Sayegh, cofundadora da Pistache Editorial – que propõe a difusão do conhecimento da técnica e dos aspectos sociais da arquitetura –e coautora do livro Casacadabra, publicação que apresenta dez casas de referência na arquitetura nacional e internacional e estimula a criança a pensar sobre sua casa e sua cidade, e desenvolver maneiras de ver o mundo à sua volta. “Queremos abordar a importância da Cidade Limpa para a qualificação dos espaços urbanos com a participação das crianças, como protagonistas e multiplicadoras desse conceito”, resume o arquiteto e urbanista Giovani Bonetti, coordenador do grupo Palestras e Debates e um dos idealizadores do Movimento Traços Urbanos. A atividade é aberta para crianças de 6 a 12 anos. Inscrições limitadas a 30 participantes.

Na oficina, as crianças utilizam materiais recicláveis para construírem maquetes de casas e, juntas, montarem uma pequena cidade, levando em conta as relações das pessoas com o meio urbano.”O objetivo é explorar a cidade, as formas de habitá-la e de construí-la, aguçar o olhar da criança para as edificações e a relação entre elas e incentivar a criatividade na criação de casas e construções urbanas”, explica Simone. As atividades serão encerradas às 13h,com mutirão de limpeza pela área do entorno imediato ao MESC, liderada pelo Movimento 1, que realiza ações com cunho Social, Arte e Entretenimento e Educação em Florianópolis.

Neste mesmo dia, o Movimento Traços Urbanos promoverá a primeira edição da Caminhada Cultural, com início às 10h na Catedral Metropolitana. O tour seguirá um percurso por dez pontos da região, comandado pelos guias de turismoJaqueline Vargas, Franciele Dias, Rodrigo Stüpp e Isaac Ribeiro. O encerramento será às 12h, com piquenique coletivo, na Praça dos Três Poderes. A experiência será repetida no dia 13 de maio, porém com narração em inglês, das 11h às 13h.

Mutirão de limpeza – Realização em 06/05/2017O Movimento Traços Urbanos convida todos para participarem do mutirão de limpeza que será realizado no próximo sábado às 10h, liderada por Tiago de Souza Azevedo, do Movimento 1. Será em uma área no entorno do MESC, no Centro Histórico Leste de Floripa – região batizada de Distrito Criativo. A atividade faz parte da ação 'Cidade Limpa', promovida pelo movimento. Participe! Confirme sua presença pelo site http://www.movimentotracosurbanos.com/agenda.php

Publicado por Movimento Traços Urbanos em Terça, 2 de maio de 2017

Arquitetura para crianças – Realização em 06/05/2017O Movimento Traços Urbanos traz a Florianópolis a arquiteta e urbanista Simone Sayegh para a Oficina: arquitetura para crianças, que será realizada no próximo sábado, no MESC. Crianças de 6 a 12 anos estão convidadas a participar, para criar maquetes de casas com materiai recicláveis, montar uma pequena cidade e debater sobre as cidades e as relações das pessoas com o meio urbano.Cofundadora da Pistache Editorial – que propõe a difusão do conhecimento da técnica e dos aspectos sociais da arquitetura – Simone é coautora do livro Casacadabra, publicação que apresenta dez casas de referência na arquitetura nacional e internacional e estimula a criança a pensar sobre sua casa e sua cidade, e desenvolver maneiras de ver o mundo à sua volta. A oficina é gratuita e limitada a 30 crianças.Inscreva-se já no site http://www.movimentotracosurbanos.com/agenda.php

Publicado por Movimento Traços Urbanos em Terça, 2 de maio de 2017

Sobre o Movimento Traços Urbanos Planejar e executar ações que contribuam para a requalificação dos espaços públicos e de uso coletivo de Florianópolis. Essa é a meta do movimento Traços Urbanos, formado por um grupo transdisciplinar com pessoas de diferentes competências e áreas de atuação. Em comum, elas compartilham o interesse de transformar a cultura urbana a partir da revitalização de diversas regiões da cidade, de forma voluntária. Iniciado em agosto de 2016, idealizado pelos arquitetos e urbanistas Giovani Bonetti e Silvia Lenzi, a partir de uma conversa informal entre amigos, o movimento foi sendo ampliado e hoje integra 160 pessoas, entre arquitetos, engenheiros, designers, jornalistas, artistas plásticos, guias de turismo, fotógrafos e educadores, atuantes nos setores privados e públicos. Os membros mantêm contato permanente pelas redes sociais e aplicativos de conversas e reúnem-se periodicamente na sede do Museu da Escola Catarinense (MESC), no coração da área que chamam de Distrito Criativo, ao leste da Praça XV de Novembro. Essa é a região-alvo das primeiras ações desenvolvidas pelo Movimento Traços Urbanos.