Urbanismo

Comunicação CAU/SC

A Câmara de Vereadores de Curitibanos vai debater, em audiência pública na próxima quinta, dia 23 de maio, o tema “Simplificação do processo de regularização de obras em residências de uso unifamiliar executadas há mais de um ano no Município de Curitibanos”. O debate é promovido no âmbito da Comissão de Finanças e Orçamento e é aberto à população.  Participe e contribua com o debate!

Audiência da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de Curitibanos

Local: Plenário da Câmara de Vereadores de Curitibanos
Data:  23 de maio de 2019
Horário: 19h

Pauta: 
1. Simplificação do processo de regularização de obras em residências de uso unifamiliar executadas há mais de um ano no Município de Curitibanos.
2. Outros tópicos que forem pertinentes ao tema.


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Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados publica relatório

Comunicação CAU/SC

As ações da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) da Câmara dos Deputados ao longo do ano de 2018 estão documentadas no relatório anual, publicado recentemente pela casa legislativa. Com o tema “Participação Social e o Direito à Cidade”, o documento detalha os acontecimentos nas áreas de mobilidade, habitação, saneamento e parcerias que viabilizaram discussões no contexto das cidades. Muitas delas contaram com a participação do CAU. A publicação está disponível on-line em formato digital para a acompanhamento e fiscalização das ações legislativas.

Para acessá-la, clique aqui


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Parque urbano e marina de Florianópolis sob consulta pública

Comunicação CAU/SC

A Prefeitura de Florianópolis disponibilizou nesta terça-feira (18) o edital da marina da Beira-Mar Norte para consulta pública nos próximos 30 dias. A proposta prevê a construção de um parque urbano de 123 mil metros quadrados e de uma marina privada com espaço para 624 embarcações e espaço para 60 vagas públicas.
O detalhamento do projeto e a consulta pública estão à disposição no site http://www.pmf.sc.gov.br/sistemas/consulta/parqueMarina/

Acesse e participe!

Com informações do jornal Notícias do Dia


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ONU quer saber opinião dos brasileiros sobre a vida nas cidades

Comunicação CAU/SC

Até 24 de dezembro, brasileiros poderão responder à pesquisa online da ONU ‘Cidades Sustentáveis’. Objetivo do levantamento é fazer uma radiografia dos centros urbanos onde moram os participantes. Disponibilizada gratuitamente no site e aplicativo Colab, a pesquisa traz 29 perguntas de múltipla escolha sobre temas como transporte, inclusão, serviços básicos e transparência.

Até 24 de dezembro, brasileiros poderão responder à pesquisa online da ONU Cidades Sustentáveis. Objetivo da enquete é fazer uma radiografia dos centros urbanos onde moram os participantes. Disponibilizada gratuitamente no site e aplicativo Colab, a pesquisa traz 29 perguntas de múltipla escolha sobre temas como transporte, inclusão, serviços básicos e transparência.

Proposta pelo Programa das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), a iniciativa visa estabelecer um diagnóstico sobre o cumprimento pelo Brasil dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS.

A consulta pede que os respondentes comparem a vida nos centros urbanos hoje e dois anos atrás. Os participantes deverão indicar, por exemplo, se concordam ou não com a afirmação “O acesso a transportes públicos seguros, acessíveis e sustentáveis na cidade onde vivo está melhorando”. Ou se acreditam que “a qualidade da gestão de resíduos — coleta de lixo e materiais recicláveis — na cidade onde vivo está aumentando”.

As perguntas da pesquisa estão relacionadas ao ODS nº 11, sobre cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Atualmente, mais da metade da população mundial mora em centros urbanos. No Brasil, o índice chega a 85%.

“É fundamental escutar a população e captar sua percepção sobre como a sua cidade está evoluindo rumo a esse objetivo e, assim, permitir uma análise mais precisa e coletiva da realidade das cidades brasileiras”, afirma o chefe da Unidade de Desenvolvimento de Capacidades do ONU-Habitat, Claudio Acioly.

“Esperamos que os resultados da consulta possam ajudar gestores municipais e tomadores de decisão a orientar políticas públicas capazes de responder aos desafios da urbanização, de forma eficiente e integrada, a partir da visão dos cidadãos e cidadãs que vivem e convivem em nossas cidades.”

A meta da agência é comparar as respostas dos brasileiros com dados oficiais de instituições nacionais — como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — e internacionais — como a própria ONU. A proposta é monitorar o desempenho das cidades do Brasil em relação ao que está previso no ODS nº 11. Os resultados serão publicados num relatório em 2019.

Para realizar o levantamento, a ONU-Habitat se uniu à Colab, uma start-up de gestão colaborativa que trabalha para criar pontes entre cidadãos e governos. Com 200 mil usuários no Brasil, a empresa mantém uma rede social onde é possível publicar sugestões ou pedidos de soluções sobre problemas como falta de iluminação, buracos nas estradas e ruas e estações de metrô e ônibus malcuidadas.

Quando a Prefeitura da cidade participa da Colab, as demandas são enviadas diretamente para os órgãos e servidores competentes. Os Executivos municipais também recebem materiais e oficinas sobre como incluir a participação dos cidadãos na gestão pública.

Com a tecnologia e metodologia da start-up, algumas Prefeituras aumentaram significativamente seus índices de atendimento às solicitações da população. Em Teresina, a resolução de demandas subiu de 39% em 2016 para atuais 74%.

“A colaboração dos cidadãos e a transparência são as melhores ferramentas para melhorar a gestão pública”, defende o CEO e cofundador da Colab, Gustavo Maia. “A tecnologia garante que o diálogo com a população seja feito com rapidez e eficiência e permite também que os resultados dessa conversa sejam medidos, o que facilita a avaliação dos gestores públicos.”

A Colab já realizou outras pesquisas públicas no Brasil, com a participação de oito Prefeituras, inclusive do Rio de Janeiro e Niterói. A empresa foi reconhecia em 2015 com o prêmio de aplicativo com maior impacto social, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Em 2017, a start-up foi escolhida pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos para um programa de aceleração que escolheu 16 companhias envolvidas com a promoção dos ODS.

 

Fonte: ONU/BR


Comunicação CAU/SC

Ponte do Parque Linear do Córrego Grande | Foto: Divulgação

Dois projetos que privilegiam o pedestre renderam reconhecimento do 10º Prêmio AsBEA de Arquitetura ao escritório JA8 Arquitetura e Paisagem, de Florianópolis. O projeto do Parque Linear do Córrego Grande foi contemplado na categoria “Obras Edificadas” e o projeto de Humanização da Rua Bocaiúva recebeu menção honrosa na categoria “Obras Não Edificadas”, que ainda não foram implementadas. O prêmio da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura destaca os projetos arquitetônicos brasileiros e valoriza a criatividade e a inovação dos arquitetos do país.

O projeto do Parque Linear do Córrego Grande é assinado pelas  sócias do JA8 Arquitetura e Paisagem,  Juliana Castro e Clarice Wolowski e pelo professor e arquiteto, Cesar Floriano. O equipamento premiado integra um conjunto de ações desenvolvidas como parte de um projeto de extensão do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC após Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com construtoras proprietárias da área e está localizado na área conhecida como Fazendinha, no bairro Córrego Grande.

Trata-se de uma praça onde se destaca o desenho arquitetônico de uma ponte que liga dois pontos da comunidade separados por um curso d’água dentro de uma área de preservação permanente. “A ponte tem um desenho forte que pulsa como arte pública e é também um lugar de encontro”, explica o professor Cesar Floriano.  “É uma inserção de baixo impacto dentro de uma APP e que privilegia o trânsito de pedestres e ciclistas”, completa a arquiteta Juliana Castro.

O Parque Linear do Córrego Grande é dividido em três áreas: Sertão do Córrego Grande (Poção), Fazendinha e Parque São Jorge. “O conceito do parque linear é muito importante e pode servir de referencia para outras áreas da cidade que poderiam ser destinadas ao uso das pessoas”, afirma o professor Cesar Floriano.

Rua Bocaiúva, centro da capital | Foto: Ana Araujo/CAU

A menção honrosa para o projeto de humanização da Rua Bocaiúva também reconhece a valorização dos espaços para pedestres. Financiado pelo Sebrae e aprovado pela Prefeitura de Florianópolis, o projeto prevê medidas como a ampliação dos passeios, a instalação de equipamentos de permanência e o desenho de uma ciclofaixa compartilhada com pedestres. A pista dupla para os veículos foi mantida, com redesenho das caixas. A expectativa é que o projeto seja realizado no próximo ano.

Para Juliana, o reconhecimento dos projetos que prestigiam as pessoas dentro do espaço urbano consolida uma tendência arquitetônica. “A arquitetura que considera a escala humana é uma premissa que compactua com a perspectiva contemporânea da cidade e estamos participando da iniciação desta tendência”, afirma a arquiteta.


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Onde você quer uma oficina do ‘Arquitetando o Seu Negócio’ em 2019?

Publicado em 24 de setembro de 2018

Dando continuidade ao projeto Arquitetando o seu negócio, que o CAU/SC e o Sebrae/SC promovem desde 2015, estamos realizando as primeiras oficinas do projeto em 2018. As turmas de Florianópolis e Itajaí foram preenchidas em menos de 48 horas (agora o Sebrae está finalizando a inscrição e o pagamento junto aos pré-inscritos). Em Joinville as últimas vagas ainda estão disponíveis (corre lá: http://www.causc.gov.br/agenda/arquitetando-seu-negocio-joinville/) .

Aproveitando o sucesso das inscrições e o retorno dos arquitetos pelas mídias do CAU/SC, gostaríamos de fazer uma enquete para saber onde você quer o Arquitetando o seu Negócio em 2019. Estamos em fase de programação para o próximo ano, com esse dado poderemos alinhar com o Sebrae/SC as datas e os locais para 2019.

Portanto, manifeste-se pelo link:

http://www.causc.gov.br/comunicacao/eventos/registro-de-interesse/

Mobilize seus colegas para que possamos levar mais oficinas do projeto para a sua cidade. São 22 vagas por evento, dependendo da demanda de cada região e da disponibilidade dos consultores do Sebrae/SC, vamos chegar a mais cidades do estado!


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Seminário “O Direito à Moradia e a Cidade”: dias 26 e 27, em Blumenau

Comunicação CAU/SC

Arquitetura e Urbanismo para as pessoas! O evento tem início nessa próxima quinta feira, dia 26. A programação completa você confere aqui:

 

Programação do Seminário ‘O Direito à moradia e a Cidade’

 

Quinta-feira, 26 de abril de 2018

TÍTULO: A MORADIA E O DIREITO À CIDADE

 

 

18:30 Inscrição

19:00 Abertura

 

19:15 Palestras:

 

Plano estratégico de Implementação da Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social

 

Arq. Claudia Poletto – Coordenadora Comissão Especial de Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social – CATHIS do CAU/SC

Arq. Karla Moroso – Arquitetura Humana (escritório contratado pelo CAU a elaboração do plano)
Fórum Sul de Reforma Urbana

 

Mecanismos de transferência de Recursos entre os entes Federados para viabilização do programa Cartão Reforma – Perspectiva para os municípios de estado de SC

Amarildo Luiz Gaio – Secretário Executivo de Habitação e Regularização Fundiária da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação Governo de Santa Catarina

 

A importância da mobilização social para promover o direito à moradia

Ezequiel Morais – Movimento Nacional de Luta pela Moradia e Fórum Sul de Reforma Urbana

 

Mecanismos e possibilidades de viabilização da ATHIS

Arq. Lino Peres – Arquiteto, ex-professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC e Vereador de Florianópolis/SC

Arq. João Gallardo – Arquiteto e Presidente do IAB/SC

 

20:45 Debate Aberto

22:00 Encerramento

 

Sexta-feira, 27 de abril de 2018

TÍTULO: PLANEJAMENTO URBANO, MERCADO E DIREITOS COLETIVOS

 

8:00 Exposição e debate

A conformação do território a partir da abordagem da relação entre processos sociais, políticas públicas e funcionamento dos mercados fundiários.

Arq. Eduardo Reese

Subsecretário de Políticas Socioeconômicas do Ministério de Desenvolvimento Humano do governo da Província de Buenos Aires. Docente do Ateliê de Desenvolvimento Territorial da licenciatura em Urbanismo na Universidade Nacional de General Sarmiento (UNGS – Argentina)

 

9:30 Intervalo

 

10:00

Oficina/reunião de articulação entre entidades e movimentos sociais, e encaminhamentos.

Arq. Eduardo Reese – Subsecretário de Políticas Socioeconômicas do Ministério de Desenvolvimento Humano do governo da Província de Buenos Aires. Docente do Ateliê de Desenvolvimento Territorial da licenciatura em Urbanismo na Universidade Nacional de General Sarmiento (UNGS – Argentina)

 

11:30

Oficina/reunião de articulação entre entidades e movimentos sociais, e encaminhamentos.

Arq. Karla Moroso

Arquitetura Humana (escritório contratado pelo CAU a elaboração do plano)
Fórum Sul de Reforma Urbana

 

13:00 Encerramento

 

 

 


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7 coisas que você precisa lembrar ao exercer Arquitetura e Urbanismo

Veja algumas das regras imprescindíveis para você garantir ser um profissional de arquitetura e urbanismo ético e bem sucedido

Comunicação CAU/SC

Mensalmente, a Comissão de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina (CED) analisa inúmeros casos de má conduta profissional. Da prática irregular de reserva técnica à falta de placas em obras. São diversos tipos de infrações contra o código de ética profissional e às leis que regulamentam a profissão no Brasil.

Publicado em setembro de 2013, o Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo aponta regras de postura e comprometimento profissional que tem como intuito qualificar o mercado de trabalho e cultivar as boas relações entre profissionais, clientes e parceiros. Ao cometer uma infração, o profissional fica sujeito às sanções ético-disciplinares que podem prejudicar sua atuação.

Nesta publicação, selecionamos sete regras imprescindíveis para te ajudar a conquistar uma carreira tranquila, bem sucedida, e livre de sanções ético-disciplinares.


1. Para alterar o projeto de outro profissional, você precisa de autorização!

Conforme a recomendação da regra nº 5.2.14 do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, o profissional de arquitetura e urbanismo encarregado da direção, fiscalização ou assistência técnica à execução de obra projetada por outro colega deve declarar-se impedido de fazer e de permitir que se façam modificações nas dimensões, configurações e especificações e outras características, sem a prévia concordância do autor do projeto.


2. Lembre-se de reconhecer e registrar a coautoria de projetos em parceria.

Respeitar e reconhecer o trabalho desenvolvido por colegas em parcerias é dever de todo arquiteto e urbanista. A Regra nº 5.2.12 do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR determina que, em cada projeto, obra ou serviço, as situações de coautoria e outras participações sejam especificados. A determinação também é descrita no art. 14 da Lei nº 12.378/2010 da Constituição Federal.


3. Não esqueça a placa com dados de identificação!

A visibilidade das informações sobre o responsável técnico pela obra é um dos pré-requisitos para a regularidade da construção. Durante a execução da obra, há informações que precisam estar visíveis. São elas o nome do arquiteto e urbanista ou empresa de arquitetura e urbanismo responsável, o serviço que está em andamento, o número de registro no CAU e outras informações de contato devem ser divulgadas. Conforme a regra nº 2.2.8 do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR essas informações devem ser públicas e visíveis, à frente da edificação objeto da atividade realizada, conforme o especificado no art. 14 da Lei n° 12.378/2010.


4. As atividades técnicas de arquitetura e urbanismo precisam de Registo de Responsabilidade Técnica (RRT).

Para fins de comprovação de autoria, participação e de formação de acervo técnico, o arquiteto e urbanista deve registrar seus projetos e demais trabalhos técnicos no CAU. Além de garantir à sociedade o comprometimento do profissional responsável pelo serviço, o RRT também tem fins de comprovação de direitos autorais. Essa determinação está prevista nos artigos 13 e 18 da Lei nº 12.378/2010, legislação que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo.


5. Regularize sua proposta técnica através de um contrato.

Você e seu cliente precisam de segurança. Por isso, conforme a regra nº 4.2.10 do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, ao formular uma proposta técnica você deve elaborar um contrato escrito. Esta formalização do serviço será um guia dos compromissos firmados entre o arquiteto contratado e o cliente contratante. Além das questões legais, devem constar no documento: Detalhamento dos produtos técnicos a produzidos –  natureza e âmbito;  etapas e prazos;  remuneração proposta e as formas de pagamento.


6. Comissões e reserva técnica? Nem pensar!

O assunto é polêmico, mas a regra é clara! Conforme a regra nº 3.2.16 do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR: “O arquiteto e urbanista deve recusar-se a receber, sob qualquer pretexto, qualquer honorário, provento, remuneração, comissão, gratificação, vantagem, retribuição ou presente de qualquer natureza – seja na forma de consultoria, produto, mercadoria ou mão de obra – oferecida pelos fornecedores de insumos de seus contratantes”. A infração também é prevista no inciso VI do art. 18 da Lei n° 12.378, de 2010.


7. Especificar produtos a fim de receber viagens vinculadas a programas de pontuações também configura falta ética.

A mesma regra (nº 3.2.16 do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR ) vale para os programas de pontuação que preveem vantagens e viagens aos profissionais que especificarem produtos aos seus clientes, através de um vínculo com um fornecedor. O CAU/SC acredita que a partir de uma relação transparente entre arquiteto e cliente é possível se valorizar a profissão. Por isso, incentiva boas práticas. Desse modo, o trabalho de um arquiteto e urbanista deverá ter a remuneração merecida a partir do próprio trabalho, e não por meio de comissões.

 

 

 

Leia também: Projeto de Lei pretende criminalizar o exercício ilegal das profissões de arquiteto e urbanista


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Projeto de Lei pretende criminalizar o exercício ilegal das profissões de arquiteto e urbanista

Ronaldo Lessa (PDT/AL) apresentou requerimento para agilizar votação da proposta, parada há 15 anos no Congresso Nacional.

Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil
CAU/BR

O projeto de lei que torna crime contra a saúde pública o exercício ilegal das profissões de arquiteto e urbanista, agrônomo, engenheiro, dentista, médico e farmacêutico deve passar a tramitar em regime de urgência na Câmara dos Deputados. O pedido para acelerar a análise da matéria é de iniciativa do deputado Ronaldo Lessa (PDT/AL). O requerimento contou com a assinatura de líderes de oito partidos. “Agora esperaremos que o presidente da Câmara paute o projeto e trabalharemos para que seja aprovado”, afirma o parlamentar.

A proposta, de autoria do ex-deputado fluminense José Carlos Coutinho, foi apresentada em 2002 e até hoje não foi votada em definitivo na Câmara dos Deputados. O texto prevê que quem exercer ilegalmente as profissões mencionadas, ainda que gratuitamente, estará sujeito a uma pena de seis meses a dois anos de prisão. Caso o exercício se dê com fins lucrativos, o condenado pagará ainda multa de dois a vinte salários mínimos.

EXERCÍCIO ILEGAL É RISCO PARA SOCIEDADE

O presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, elogiou a iniciativa de agilizar a apreciação do projeto. “A aprovação da mencionada proposição, paralisada há mais de dez anos, inibirá a atuação fraudulenta de falsos profissionais que representam risco à segurança da sociedade e desprestigiam os conhecimentos técnicos, culturais e sociais da categoria, composta por aproximadamente 150.000 (cento e cinquenta mil) arquitetos e urbanistas registrados neste Conselho”.

 

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ENTENDA O “REGIME DE URGÊNCIA”

O regime de urgência dispensa algumas formalidades na tramitação do projeto dei lei. Para tramitar neste regime, a proposição deve tratar de matéria que envolva a defesa da sociedade democrática; das liberdades fundamentais; tratar-se de providência para atender a calamidade pública; de Declaração de Guerra, Estado de Defesa, Estado de Sítio ou Intervenção Federal nos estados; acordos internacionais e fixação dos efetivos das Forças Armadas, entre outros casos.

Uma proposição também pode tramitar com urgência quando houver apresentação de requerimento nesse sentido. Caso a urgência seja aprovada, a proposição será colocada na Ordem do Dia da sessão deliberativa seguinte do Plenário, mesmo que seja no mesmo dia.


Clique aqui para acessar a íntegra do Projeto de Lei nº 6.699/2002


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Movimento Traços Urbanos promove ação Cidade Limpa e oficina de arquitetura para as crianças, em Florianópolis

As atividades serão realizadas no Museu da Escola Catarinense (MESC) e integram a programação do evento Nossa Rua

Movimento Traços Urbanos
Traços Urbanos

A importância da limpeza urbana para a qualificação dos espaços públicos da cidade é o grande tema da ação ‘Cidade Limpa’, que será realizada nos dias 5 e 6 de maio pelo Movimento Traços Urbanos, em Florianópolis. Na programação, estão palestras, debates, oficina de arquitetura voltada para crianças e mutirão de limpeza na região do Centro Histórico Leste da capital catarinense, batizada de ‘Distrito Criativo’ pelo movimento.

As atividades serão realizadas no Museu da Escola Catarinense (MESC) – rua Saldanha Marinho, 196 – e integram a programação do evento Nossa Rua, promovido pelo movimento, que também contará com Caminhadas Culturais pela região, nos dias 6 e 13. Informações e inscrições aqui. A ação ‘Cidade Limpa’ conta com o apoio do MESC, da AsBEA-SC, do Hotel Porto da Ilha, do Hippo Supermercados e do Paladar das Artes Café.

No dia 5 de maio serão realizadas as palestras e debates, das 19h às 21h. Sob o tema ‘Espaços Urbanos’, o primeiro case a ser apresentado será o da Cidade Ativa, é uma organização social com sede em São Paulo que luta por cidades mais inclusivas, resilientes e saudáveis, com foco na leitura e transformação da paisagem e na transformação das pessoas. A apresentação será feita pela arquiteta e urbanista Rafaella Basile, Coordenadora de Projetos e Pesquisas da Cidade Ativa. Na sequência, será apresentado o projeto ‘Cidade Limpa’ pelo jornalista Marcelo Palinkas, responsável pela implantação do projeto Cidade Limpa em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo. Em vigor desde janeiro de 2012, a Lei Cidade Limpa resultou na recuperação da arquitetura original de imóveis e a qualificação da paisagem urbana da cidade.

No dia 6 de maio, as atividades terão início às 9h, com café orgânico coletivo. Às 10h, terá início a ‘Oficina: arquitetura para as crianças’, ministrada pela arquiteta e urbanista Simone Sayegh, cofundadora da Pistache Editorial – que propõe a difusão do conhecimento da técnica e dos aspectos sociais da arquitetura –e coautora do livro Casacadabra, publicação que apresenta dez casas de referência na arquitetura nacional e internacional e estimula a criança a pensar sobre sua casa e sua cidade, e desenvolver maneiras de ver o mundo à sua volta. “Queremos abordar a importância da Cidade Limpa para a qualificação dos espaços urbanos com a participação das crianças, como protagonistas e multiplicadoras desse conceito”, resume o arquiteto e urbanista Giovani Bonetti, coordenador do grupo Palestras e Debates e um dos idealizadores do Movimento Traços Urbanos. A atividade é aberta para crianças de 6 a 12 anos. Inscrições limitadas a 30 participantes.

Na oficina, as crianças utilizam materiais recicláveis para construírem maquetes de casas e, juntas, montarem uma pequena cidade, levando em conta as relações das pessoas com o meio urbano.”O objetivo é explorar a cidade, as formas de habitá-la e de construí-la, aguçar o olhar da criança para as edificações e a relação entre elas e incentivar a criatividade na criação de casas e construções urbanas”, explica Simone. As atividades serão encerradas às 13h,com mutirão de limpeza pela área do entorno imediato ao MESC, liderada pelo Movimento 1, que realiza ações com cunho Social, Arte e Entretenimento e Educação em Florianópolis.

Neste mesmo dia, o Movimento Traços Urbanos promoverá a primeira edição da Caminhada Cultural, com início às 10h na Catedral Metropolitana. O tour seguirá um percurso por dez pontos da região, comandado pelos guias de turismoJaqueline Vargas, Franciele Dias, Rodrigo Stüpp e Isaac Ribeiro. O encerramento será às 12h, com piquenique coletivo, na Praça dos Três Poderes. A experiência será repetida no dia 13 de maio, porém com narração em inglês, das 11h às 13h.

Mutirão de limpeza – Realização em 06/05/2017O Movimento Traços Urbanos convida todos para participarem do mutirão de limpeza que será realizado no próximo sábado às 10h, liderada por Tiago de Souza Azevedo, do Movimento 1. Será em uma área no entorno do MESC, no Centro Histórico Leste de Floripa – região batizada de Distrito Criativo. A atividade faz parte da ação 'Cidade Limpa', promovida pelo movimento. Participe! Confirme sua presença pelo site http://www.movimentotracosurbanos.com/agenda.php

Publicado por Movimento Traços Urbanos em Terça, 2 de maio de 2017

Arquitetura para crianças – Realização em 06/05/2017O Movimento Traços Urbanos traz a Florianópolis a arquiteta e urbanista Simone Sayegh para a Oficina: arquitetura para crianças, que será realizada no próximo sábado, no MESC. Crianças de 6 a 12 anos estão convidadas a participar, para criar maquetes de casas com materiai recicláveis, montar uma pequena cidade e debater sobre as cidades e as relações das pessoas com o meio urbano.Cofundadora da Pistache Editorial – que propõe a difusão do conhecimento da técnica e dos aspectos sociais da arquitetura – Simone é coautora do livro Casacadabra, publicação que apresenta dez casas de referência na arquitetura nacional e internacional e estimula a criança a pensar sobre sua casa e sua cidade, e desenvolver maneiras de ver o mundo à sua volta. A oficina é gratuita e limitada a 30 crianças.Inscreva-se já no site http://www.movimentotracosurbanos.com/agenda.php

Publicado por Movimento Traços Urbanos em Terça, 2 de maio de 2017

Sobre o Movimento Traços Urbanos Planejar e executar ações que contribuam para a requalificação dos espaços públicos e de uso coletivo de Florianópolis. Essa é a meta do movimento Traços Urbanos, formado por um grupo transdisciplinar com pessoas de diferentes competências e áreas de atuação. Em comum, elas compartilham o interesse de transformar a cultura urbana a partir da revitalização de diversas regiões da cidade, de forma voluntária. Iniciado em agosto de 2016, idealizado pelos arquitetos e urbanistas Giovani Bonetti e Silvia Lenzi, a partir de uma conversa informal entre amigos, o movimento foi sendo ampliado e hoje integra 160 pessoas, entre arquitetos, engenheiros, designers, jornalistas, artistas plásticos, guias de turismo, fotógrafos e educadores, atuantes nos setores privados e públicos. Os membros mantêm contato permanente pelas redes sociais e aplicativos de conversas e reúnem-se periodicamente na sede do Museu da Escola Catarinense (MESC), no coração da área que chamam de Distrito Criativo, ao leste da Praça XV de Novembro. Essa é a região-alvo das primeiras ações desenvolvidas pelo Movimento Traços Urbanos.